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	<title>Arquivo de Publicações - Clínica Auriciene Lidório</title>
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	<description>Atendimentos Individuais, Casais e Famílias</description>
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	<title>Arquivo de Publicações - Clínica Auriciene Lidório</title>
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		<title>O que o apego aos nossos pets revela sobre nós?</title>
		<link>https://psicareweb.com.br/o-que-o-apego-aos-nossos-pets-revela-sobre-nos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Auriciene Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Oct 2024 22:57:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vínculo entre humanos e animais de estimação é um fenômeno amplamente observado e estudado. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O vínculo entre humanos e animais de estimação é um fenômeno amplamente observado e estudado. A relação que desenvolvemos com nossos pets vai além da simples companhia; é um reflexo de necessidades emocionais profundas e complexas que buscamos satisfazer em nosso cotidiano.</p>



<p>Diante de um mundo caótico, estressante e muito conturbado, uma das razões primárias para esse apego é a necessidade de um amor controlado. Precisamos de alguma sensação de controle em um mundo repleto de incertezas e descontrole, por isso, a previsibilidade e constância que um <em>pet</em> proporciona são reconfortantes. Eles nos oferecem uma fonte constante de amor e carinho sem as complexidades e conflitos inerentes às relações humanas. Esse tipo de amor é seguro, sem grandes riscos emocionais, e isso nos atrai profundamente.</p>



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<p>Proporcionam a nós prazer sem se opor a nós, o que é bem diferente das relações humanas, onde o conflito e a discordância são inevitáveis; os animais de estimação estão sempre prontos a nos acolher de forma incondicional. Eles não nos julgam, não exigem que sejamos algo além do que somos, e essa aceitação é um bálsamo para nossas inseguranças e ansiedades.</p>



<p>Os <em>pets</em> estão sempre disponíveis para amar e serem amados, mesmo em meio a uma rotina atribulada, onde o tempo para cuidar de nossas próprias emoções e das emoções alheias é escasso, eles, os animais de estimação, se apresentam como uma constante fonte de afeto. São uma presença sempre disposta a nos confortar, sem esperar nada em troca além de cuidados básicos, carinho e atenção.</p>



<p>Outro fator relevante é o descontrole social que existe do lado de fora de nossas casas, nos fazendo querer ficar mais fechados em nós mesmos. A sociedade contemporânea está marcada por incertezas, instabilidades e conflitos. O ambiente externo muitas vezes nos parece ameaçador e desgastante, enquanto a convivência com nossos <em>pets</em> nos oferece um refúgio seguro e acolhedor. A presença deles em nosso lar nos ajuda a criar um ambiente de tranquilidade e segurança emocional.</p>



<p>Os <em>pets</em> são trazidos para o nosso convívio para suprir nossas faltas internas. Em um mundo onde as conexões humanas podem ser superficiais e fragmentadas, os animais de estimação preenchem lacunas emocionais, oferecendo uma relação pura e descomplicada. Eles nos ajudam a lidar com sentimentos de solidão, proporcionando uma companhia constante e amorosa que nos faz sentir completos e emocionalmente nutridos.</p>



<p>No entanto, essa busca por controle e segurança emocional contrasta marcadamente com nossa reação diante das pessoas que são necessitadas, pobres, desvalidos, abandonados e excluídos, muitos desses são moradores de rua. Diferente de nossos <em>pets</em>, os moradores de rua estão fora de nosso controle. A presença deles nas ruas nos confronta com a dura realidade do desamparo e da vulnerabilidade humana, aspectos que preferimos evitar em nossa busca por estabilidade e segurança emocional.</p>



<p>Não queremos nos importar com essas pessoas porque temos uma formação reativa, baseada no medo e nas coisas que não queremos lidar conosco mesmos – <strong>a falta de controle da vida</strong>. Encarar a realidade dos moradores de rua nos força a reconhecer a fragilidade de nossa própria existência e a possibilidade de que, em algum momento, nossas vidas também possam sair de controle. <strong>Esse confronto com o potencial caos e desamparo é algo que muitos de nós preferimos evitar</strong>.</p>



<p>Nosso apego aos <em>pets</em>, portanto, também pode ser visto como uma tentativa de manter essa dissonância cognitiva à distância. Ao focar nosso amor e cuidado em seres que podemos controlar e que nos proporcionam um refúgio emocional seguro, evitamos lidar com as realidades incômodas e assustadoras que os moradores de rua representam. Ao invés de enfrentar a dura verdade de que a vida pode, de fato, perder o controle, nos refugiamos em relacionamentos que nos garantem uma sensação de domínio e previsibilidade.</p>



<p>Gosto sempre de falar que a nossa profunda ligação com os <em>pets</em> é multifacetada, envolvendo necessidades de amor controlado, prazer sem oposição, disponibilidade emocional, e a busca por um refúgio seguro em um mundo muitas vezes caótico. Eles desempenham um papel crucial em nossas vidas, ajudando-nos a enfrentar nossas vulnerabilidades e a encontrar conforto e segurança no afeto incondicional que oferecem. Ao mesmo tempo, essa ligação destaca nossa dificuldade em lidar com a fragilidade humana e o desamparo representados pelos moradores de rua, evidenciando a complexidade de nossas necessidades emocionais e defesas psicológicas.</p>



<p>Como sempre, quero terminar fazendo perguntas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Como a necessidade de controle influencia nosso apego aos pets e reflete nossa dificuldade com relações humanas imprevisíveis?</li>



<li>Como o amor incondicional dos pets mascara nossas vulnerabilidades e inseguranças?</li>



<li>Por que os moradores de rua nos causam desconforto enquanto buscamos conforto nos pets? O que isso revela sobre nossas defesas psicológicas?</li>



<li>Até que ponto nossos pets substituem necessidades emocionais insatisfeitas nas relações humanas e afetam nossa empatia e solidariedade?</li>



<li>Como equilibrar o conforto emocional dos pets com a necessidade de enfrentar os desafios emocionais e sociais dos moradores de rua?</li>
</ul>



<p>Depois de construir uma base amorosa e segura com nossos pets, podemos nos abrir para ter nossas energias mais plenas. A segurança emocional proporcionada por eles nos dá a coragem para nos relacionarmos melhor com os outros. Com um coração equilibrado, devemos usar nossa criatividade para enfrentar desafios sociais. Os pets nos mostram o poder do amor incondicional, e esse aprendizado deve ser levado adiante. Precisamos ajudar os que sofrem, usando a estabilidade emocional conquistada como plataforma para ações altruístas, enriquecendo nossas vidas e criando um ambiente mais acolhedor e solidário, onde menos pessoas enfrentem o abandono.</p>



<p></p>



<p>Psicóloga Auriciene Lidório<br>Registro: CRP 08/20137 &#8211; CNES: 4598431<br>Instagram: @psi.auricienelidorio<br>Whatsapp: (43) 98823 2903<br>Site: www.psicareweb.com.br</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como ter uma vida transformada em um mundo como o de hoje?</title>
		<link>https://psicareweb.com.br/como-ter-uma-vida-transformada-em-um-mundo-como-o-de-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Auriciene Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Oct 2024 22:37:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A psicologia pode desempenhar um papel crucial na transformação da vida e no crescimento pessoal. </p>
<p>O post <a href="https://psicareweb.com.br/como-ter-uma-vida-transformada-em-um-mundo-como-o-de-hoje/">Como ter uma vida transformada em um mundo como o de hoje?</a> apareceu primeiro em <a href="https://psicareweb.com.br">Clínica Auriciene Lidório</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A psicologia pode desempenhar um papel crucial na transformação da vida e no crescimento pessoal. Especialmente sob a ótica de Donald Winnicott, que oferece uma abordagem profunda e humanística que pode ajudar indivíduos a entenderem a si mesmos de maneira mais autêntica e a encontrarem caminhos para o amadurecimento emocional.</p>



<p>Ele mostrou a sua teoria do Ambiente Facilitador, usando o termo &#8220;ambiente suficientemente bom&#8221;, que se refere às condições ideais que permitem ao indivíduo crescer emocionalmente saudável. Esse ambiente é caracterizado por um cuidado constante e responsivo, geralmente fornecido pela mãe ou cuidador principal. A importância das primeiras relações, especialmente a relação mãe-bebê, é fundamental no desenvolvimento emocional saudável. Quando o ambiente é suficientemente bom, ele permite que o bebê desenvolva confiança básica e segurança, estabelecendo a base para um desenvolvimento emocional robusto.</p>



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<p>No entanto, nem todos têm a sorte de crescer em um &#8220;ambiente suficientemente bom&#8221;. Winnicott também explorou as consequências de um &#8220;ambiente não suficientemente bom&#8221;. Esse conceito refere-se a um ambiente onde os cuidados são inconsistentes, inadequados ou excessivamente invasivos.</p>



<p>Em um ambiente não suficientemente bom, as necessidades emocionais do bebê não são atendidas de maneira confiável. A mãe ou o cuidador principal pode ser negligente, incapaz de fornecer o suporte necessário, ou pode ser dominador e controlar excessivamente o desenvolvimento da criança. Como resultado, a criança não desenvolve a confiança básica e a segurança necessárias para um desenvolvimento emocional saudável. Em vez disso, ela pode se sentir ansiosa, insegura e incapaz de confiar no mundo ao seu redor.</p>



<p>O impacto de um ambiente não suficientemente bom pode ser profundo e duradouro. Crianças que crescem nessas condições muitas vezes desenvolvem um falso self para se protegerem das inadequações do ambiente. Esse falso self pode ajudar a criança a sobreviver, mas impede o desenvolvimento do verdadeiro self, resultando em um adulto que pode parecer funcional na superfície, mas que, por dentro, se sente vazio, perdido e desconectado de suas necessidades e desejos autênticos.</p>



<p>Você já se sentiu ansioso? Inseguro? Incapaz de confiar no mundo ao seu redor?</p>



<p>Para aqueles que cresceram em um ambiente não suficientemente bom, o caminho para a maturidade emocional pode ser desafiador, mas é possível.</p>



<p>É preciso o reconhecimento das falhas do ambiente em que se foi formado.</p>



<p>A primeira etapa para obter maturidade é reconhecer e aceitar que o ambiente de criação não foi suficientemente bom. Isso permite que o indivíduo compreenda as raízes de suas dificuldades emocionais e de identidade.</p>



<p>Em segundo lugar, precisa-se de um envolvimento em um processo terapêutico com um analista qualificado que seja capaz de proporcionar um ambiente de holding, que é a capacidade do terapeuta de proporcionar um espaço seguro e acolhedor, onde o paciente pode explorar suas emoções reprimidas e experiências dolorosas de maneira protegida, promovendo o crescimento emocional e a cura. Este ambiente seguro é essencial para o amadurecimento emocional.</p>



<p>Vou te fazer algumas perguntas para que responda a si mesmo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Você sente que está vivendo de acordo com suas próprias necessidades e desejos ou sente que está sempre se adaptando às expectativas dos outros?</li>



<li>Já se perguntou como as suas primeiras experiências e relações influenciam seu comportamento e saúde mental hoje?</li>



<li>Você tem dificuldade em aceitar suas próprias vulnerabilidades e imperfeições?</li>



<li>Sente que, por dentro, há partes de você que permanecem reprimidas ou não integradas?</li>



<li>Você se sente emocionalmente seguro para explorar suas emoções mais profundas e vulneráveis?</li>



<li>Já considerou como seria viver de maneira mais autêntica e plena?</li>



<li>Você sente que suas relações são baseadas na sinceridade e empatia?</li>



<li>Você acredita que seu ambiente de criação foi suficientemente bom? Como isso impacta sua vida atual?</li>
</ul>



<p></p>



<p>Se ao refletir sobre estas perguntas você percebeu a necessidade de explorar mais profundamente suas emoções, experiências e relacionamentos, considere buscar ajuda em terapia. A psicanálise, especialmente através das teorias de Donald Winnicott, pode oferecer um espaço seguro e acolhedor para você se reconectar com seu verdadeiro eu, integrar emoções reprimidas e desenvolver uma vida mais autêntica e satisfatória. Procurar terapia é um passo corajoso e transformador, que pode abrir caminhos para um crescimento pessoal profundo e duradouro. Não hesite em dar esse passo em direção a uma vida emocionalmente mais saudável e plena.</p>



<p><strong>Psicóloga Auriciene Lidório<br>Registro: CRP 08/20137 &#8211; CNES: 4598431<br>Instagram: @psi.auricienelidorio<br>Whatsapp: (43) 9882 2903<br>Site: www.psicareweb.com.br</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fugindo da Exaustão Emocional: Buscando Relações Autênticas</title>
		<link>https://psicareweb.com.br/fugindo-da-exaustao-emocional-buscando-relacoes-autenticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Auriciene Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 22:46:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ambiente em que crescemos influencia a capacidade de nos relacionarmos de forma verdadeira com o mundo e com os outros.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ambiente em que crescemos influencia a capacidade de nos relacionarmos de forma verdadeira com o mundo e com os outros. Quando somos pequenos, o lar deve ser um lugar &#8220;suficientemente bom&#8221;, onde é possível nos sentirmos seguros e apoiados. Esse ambiente cria um espaço onde podemos crescer, desenvolver habilidades e encontrar recursos internos para lidar com a vida. Isto está explícito na teoria de Donald Winnicott.</p>



<p><strong>Espaço potencial</strong> é um conceito que explica como <strong>um ambiente seguro e acolhedor durante a infância permite que desenvolvamos nosso verdadeiro eu e encontremos soluções para nossos problemas</strong>. É como um lugar interno onde nos sentimos livres para ser autênticos e crescer de forma saudável, nos conectando de maneira genuína com os outros.</p>



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<p>Quando o ambiente em que crescemos não é suficientemente bom, esse lugar pode invadir, sufocar e impedir que o verdadeiro eu apareça. Em vez disso, acabamos criando um &#8220;eu falso&#8221; para sobreviver. No entanto, quando crescemos em um ambiente bom, “o verdadeiro eu” pode florescer. É nesse momento que descobrimos o espaço potencial – <strong>um lugar dentro de nós onde encontramos soluções para os problemas e nos conectamos genuinamente com outras pessoas</strong>.</p>



<p>O problema é que, às vezes, encontramos pessoas que não desenvolveram esse espaço potencial. Elas podem se tornar &#8220;drenadoras emocionais&#8221;, sugando energia e deixando os outros exaustos. Sem um verdadeiro eu bem desenvolvido, essas pessoas buscam nos outros algo para preencher seu vazio. Isso resulta em relações desequilibradas e cansativas, onde só uma pessoa se beneficia enquanto a outra se sente esgotada.</p>



<p>Para evitar essa exaustão emocional e essas relações desgastantes, <strong>é essencial buscar pessoas que também têm um espaço potencial bem desenvolvido</strong>. Quando duas pessoas com espaços potenciais autênticos se encontram, podem construir uma relação baseada em trocas verdadeiras e mútuas. Elas compartilham suas forças e recursos internos, enriquecendo a vida uma da outra sem esgotar suas energias.</p>



<p>Essas relações autênticas são baseadas na reciprocidade e no apoio mútuo. Ambas as partes se beneficiam, trocando energia positiva e recursos emocionais. Em vez de se sentirem drenadas, as pessoas nessas relações se sentem fortalecidas e revitalizadas. Crescem juntas, enfrentam desafios lado a lado e celebram conquistas em conjunto.</p>



<p>Para construir relações saudáveis e verdadeiras, é importante desenvolver e proteger o espaço potencial. Isso significa cultivar o verdadeiro eu, buscar ambientes e pessoas que ofereçam apoio e perceber quando estamos sendo sugados por relações desgastantes. Fazendo isso, é possível encontrar e nutrir conexões verdadeiras que nos ajudam a prosperar e viver de forma plena e satisfatória.</p>



<p>Algumas perguntas devem ser respondidas por nós a respeito desse assunto. Veja algumas delas. Seja sincero com você mesmo e pense no que vai responder. E se quiser falar sobre isso, sinta-se à vontade para entrar em contato comigo. Os dados estão na parte de baixo deste texto.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Como você descreveria a qualidade das suas relações atuais? Quais aspectos dessas relações te deixam satisfeito(a) ou insatisfeito(a)?</li>



<li>Você sente que está frequentemente emocionalmente exausto(a) após interações com certas pessoas? Se sim, como isso afeta seu bem-estar diário?</li>



<li>Em que momentos você se sente mais autêntico(a) e verdadeiro(a) consigo mesmo(a)? Há pessoas ou ambientes específicos que contribuem para essa autenticidade?</li>



<li>Você percebe algum padrão de relações desequilibradas em sua vida? Como essas relações impactam sua energia e seu estado emocional?</li>



<li>Quais estratégias você utiliza para proteger seu espaço interno e seu verdadeiro eu? Há algo que você gostaria de mudar ou melhorar para fortalecer suas relações e evitar exaustão emocional?</li>
</ul>



<p></p>



<p><strong>Psicóloga Auriciene Lidório<br>Registro: CRP 08/20137 &#8211; CNES: 4598431<br>Instagram: @psi.auricienelidorio<br>Whatsapp: (43) 98823 2903<br>Site: www.psicareweb.com.br</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Psicologia do Perdão: O que é Perdoar de Verdade</title>
		<link>https://psicareweb.com.br/psicologia-do-perdao-o-que-e-perdoar-de-verdade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Auriciene Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 22:51:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perdoar não é só dizer "eu te perdoo" e esquecer o que aconteceu. Perdão verdadeiro não é amnésia, pois nossas memórias não desaparecem. O verdadeiro perdão é criar “novas memórias” que superem as antigas.</p>
<p>O post <a href="https://psicareweb.com.br/psicologia-do-perdao-o-que-e-perdoar-de-verdade/">Psicologia do Perdão: O que é Perdoar de Verdade</a> apareceu primeiro em <a href="https://psicareweb.com.br">Clínica Auriciene Lidório</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Perdoar não é só dizer &#8220;eu te perdoo&#8221; e esquecer o que aconteceu</strong>. Perdão verdadeiro não é <strong>amnésia</strong>, pois nossas memórias não desaparecem. O verdadeiro perdão é criar “novas memórias” que superem as antigas. Quando perdoamos, estamos dando uma nova chance à pessoa que nos machucou. Sem essas novas chances, o passado continua se repetindo, sempre presente em nossas mentes. É só quando criamos “novas experiências”, novos momentos, que conseguimos deixar o passado para trás. <strong>O perdão é um dos aspectos mais profundos e transformadores na prática da psicologia</strong>. A capacidade de perdoar não é um processo instantâneo ou simples, mas envolve uma compreensão profunda e uma reconfiguração de nossas memórias e experiências.</p>



<p>Perdoar não é simplesmente esquecer ou suprimir lembranças dolorosas. Ao contrário, a verdadeira essência do perdão reside na capacidade de <strong>criar “novas memórias</strong>” que possam suplantar as antigas. Perdoar é dar uma nova chance à pessoa envolvida, permitindo que uma nova paisagem emocional e mental se forme. <strong>Sem essas novas oportunidades, o passado continua a se atualizar em nossas vidas, perpetuando o ciclo de dor e ressentimento</strong>.</p>



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<p>Nossas memórias têm o poder de permanecer vivas e presentes, sendo constantemente atualizadas em nossa mente. O processo de perdão envolve interromper essa atualização contínua ao introduzir novas experiências e vivências que oferecem uma perspectiva diferente. A introdução de novas memórias cria um espaço para o crescimento e a cura, permitindo que o passado deixe de ter um domínio tão forte sobre o presente.</p>



<p>Do ponto de vista da saúde mental, o perdão traz inúmeros benefícios. Ele reduz o estresse, alivia a ansiedade e a depressão, e promove um senso de bem-estar e paz interior. Além disso, o ato de perdoar tem o poder de melhorar relacionamentos, fortalecer a resiliência emocional e fomentar um senso de continuidade e conexão.</p>



<p>Em minha prática clínica, frequentemente falo aos meus pacientes sobre a importância do <strong>sentimento de continuidade</strong>, baseado na teoria de Winnicott. A mágoa, o ressentimento e a dor muitas vezes nos impõem rupturas, e a sociedade moderna frequentemente vê essas rupturas como formas de alívio. No entanto, o verdadeiro alívio e a verdadeira cura vêm da renovação do sentimento de continuidade — um sentimento que deve ser cultivado desde o início da vida.</p>



<p>Não se trata de perpetuar os erros do passado, mas de <strong>aprender a partir deles e gerar novas experiências positivas</strong>. O erro, por si só, não ensina nada; o que realmente importa é como lidamos com o erro e a maneira como buscamos acertar a partir dele. Este processo de reconfiguração das memórias e comportamentos é fundamental para a verdadeira aprendizagem e crescimento.</p>



<p>Só aprendemos de verdade quando nos permitimos criar “novas memórias” de acerto. O reconhecimento do erro é crucial, não para perpetuar o ciclo de erro, mas para transformar o problema e criar “novas oportunidades” de acerto. O perdão, portanto, é uma forma de aprendizado, uma forma de treinar novos comportamentos e construir um novo caminho a partir da experiência.</p>



<p>A psicologia do perdão é um processo de <strong>renovação</strong> e <strong>transformação</strong>, onde o passado pode ser reinterpretado e onde <strong>novas memórias podem suplantar as antigas</strong>. No meu trabalho clínico, vejo o poder do perdão diariamente, ajudando meus pacientes a encontrar continuidade, paz e uma nova maneira de viver e relacionar-se com o mundo.</p>



<p>Sempre gosto de terminar o que escrevo deixando algumas perguntas para que você possa pensar e responder sinceramente e se tiver alguma necessidade sobre isso que queira conversar, basta entrar em contato comigo para agendarmos uma sessão.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Você sente que as lembranças dolorosas do passado ainda têm um impacto significativo em sua vida atual? De que maneira essas memórias afetam seu bem-estar diário?</li>



<li>Você acredita que a falta de perdão está perpetuando sentimentos de mágoa e ressentimento em seus relacionamentos? Como isso tem influenciado suas interações com os outros?</li>



<li>Ao refletir sobre o conceito de criar “novas memórias” para superar as antigas, você consegue identificar momentos em que poderia dar uma nova chance a alguém que o magoou? Como isso poderia impactar sua jornada de cura?</li>



<li>Você percebe uma sensação de ruptura em sua vida devido a mágoas passadas? Como o sentimento de continuidade, como mencionado na teoria de Winnicott, poderia ajudar a restaurar seu senso de paz e bem-estar?</li>



<li>Você tem dificuldade em reconhecer e aprender com os erros do passado? Como a prática do perdão poderia transformar esses erros em novas oportunidades de acerto e crescimento pessoal?</li>
</ul>



<p></p>



<p><strong>Psicóloga Auriciene Lidório<br>Registro: CRP 08/20137 &#8211; CNES: 4598431<br>Instagram: @psi.auricienelidorio<br>Whatsapp: (43) 98823 2903<br>Site: www.psicareweb.com.br</strong></p>



<p></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Palestra para mulheres</title>
		<link>https://psicareweb.com.br/palestra-para-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Auriciene Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 20:49:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Palestra para mulheres no Trigésimo Batalhão em Londrina, PR. 03 de agosto de 2022. Empoderamento, cuidado pessoal e recursos para vencer as crises pessoais e<a href="https://psicareweb.com.br/palestra-para-mulheres/" class="more-link">View More</a></p>
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									<p>Palestra para mulheres no Trigésimo Batalhão em Londrina, PR.</p><p>03 de agosto de 2022.</p><p>Empoderamento, cuidado pessoal e recursos para vencer as crises pessoais e familiares. </p>								</div>
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